Nesta quinta tem manifestação contra o aumento da tarifa de transporte

TransporteDiversas organizações, movimentos, coletivos e ativistas mobilizam para esta quinta-feira (5) um grande ato contra o aumento da tarifa do transporte público de Curitiba. A ação terá início às 18h, na Boca Maldita, Centro da cidade. A primeira manifestação ocorreu na segunda-feira, antes do anúncio do valor do reajuste.

A partir de sexta-feira, a previsão é de que a passagem suba de R$ 2,85 para R$ 3,15, para pagamento em cartão-transporte, e R$ 3,30, para pagamento em dinheiro. A prefeitura já havia reajustado a tarifa em 0,15 centavos, para R$ 2,85, em novembro de 2014.

Transporte público é um direito, não mercadoria! Participe desta luta para exigir que o transporte não seja um privilégio ou um negócio lucrativo para poucos.

Acesse aqui o evento do ato:
>> 2º Ato Contra o Aumento da Tarifa: Nenhum Centavo a Mais para a Máfia do Transporte
>> Se a tarifa aumentar, Curitiba vai parar!


Artigos sobre o tema:
“Licitação e crise no transporte coletivo”, por Lafaiete Neves
Lafaiete Neves, professor da UFPR integrante da Plenária Popular de Transporte e autor do livro Movimento Popular e Transporte Coletivo de Curitiba, afirma que a licitação de 2010 foi mal feita, e as consequências vieram na última greve do transporte coletivo de Curitiba e região metropolitana. No artigo “Licitação e crise no transporte coletivo”, o professor desenvolve uma análise sobre o processo licitatório, e denuncia audiências que foram “pura enganação”.

“O aumento da tarifa e a crise do transporte coletivo de Curitiba”, por André Machado
Para o diretor do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região, André Machado, tão absurdo quanto o aumento da tarifa é o fato de que os empresários deverão receber perto de R$ 3,60 por passageiro, assim, a prefeitura continuará bancando a diferença em forma de subsídio. “Ou seja, sangram os usuários e se mantêm a sangria do dinheiro público. Os únicos que saem beneficiados são os empresários do setor, que ainda devem ajuizar uma ação contra a prefeitura para receber mais R$ 0,12 que alegam ter direito”.

 

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