Aula pública aborda o enfrentamento ao extermínio da juventude negra

aula públicaO assassinato de jovens é um problema que se repente nas grandes cidades. As estatísticas mostram que o maior número de vítimas está entre a juventude negra. Para debater o tema e fortalecer a campanha nacional de enfrentamento ao extermínio da juventude negra, será realizada uma aula pública no dia 19 de novembro, terça-feira, a partir das 18h, na Boca Maldita.

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A violência tem cor, idade e localização
Em 2010 morreram cerca de 49 mil vítimas de homicídios no Brasil (Ministério da Saúde). Destes, cerca de 53% eram jovens, com idade entre 15 a 29 anos.

Dos jovens assassinados, 74,6% são negros e 91,33% são homens (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial). Eles moram em cidades com alta desigualdade social, e não são reconhecidos como sujeitos de direitos pelo estado brasileiro, sem direitos a educação, saúde, moradia, trabalho.

E Curitiba não é diferente. Enquanto os poderes locais atuam para que a população negra permaneça na invisibilidade, a jovem e o jovem negro são os mais vitimizados pela exclusão social e violência policial.

Realização:
Associação Cultural de Negritude e Ação Popular, Associação para a Vida e Solidariedade, Canal Futura, Casa da Juventude do Paraná, Centro de Pesquisa e Apoio ao Trabalhador, Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Paraná, Conselho Regional de Serviço Social, Fórum de Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes de Curitiba, Instituto Lixo e Cidadania, Levante Popular da Juventude, Movimento Nacional da População em Situação de Rua, Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis, Pastoral da Juventude, Rede de Educação Cidadã de Curitiba, Rede de Mulheres Negras do Paraná, Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná.

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