Cartilhas

Série História Social do Trabalho

pedagogiaA Pedagogia de Paulo Freire: Uma Pedagogia Humanizadora
Mostra a importância de Paulo Freire numa educação viva, problematizadora, questionadora da realidade. É o caderno número 1 da série “História Social do Trabalho”. Autora: Gisele Carneiro | Ano: 2005
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A Pedagogia de Paulo Freire: Uma Pedagogia Humanizadora
Esta é a segunda edição, publicada no ano de 2022, do caderno número 1 da série “História Social do Trabalho”. Autora: Gisele Carneiro | Ano: 2022. Mostra a importância de Paulo Freire numa educação viva, problematizadora, questionadora da realidade.
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trabalho humanoO Trabalho Humano: Das sociedades comunais ao modo de produção feudal
Sobre o desafio de reconstruir e criar formas alternativas de trabalho para a maioria excluída e colocar em xeque a forma capitalista. É o caderno número 2 da série “História Social do Trabalho”. Autora: Márcia Carneiro Knapik  | Ano: 2004 >> Clique aqui para baixar

trabalho capitalismoO Trabalho no Capitalismo
Referente à terceira etapa da Escola de formação Básica Multiplicadora da Economia Popular Solidária, sobre como o trabalho, a partir do capitalismo, se tornou um meio de exploração do homem pelo homem. É o caderno número 3 da série “História Social do Trabalho”. Autoras: Ana Inês Souza, Lourdes Marchi e Maria Izabel Machado | Editora: Gráfica Popular | Ano: 2004 >>Clique aqui para baixar


utopiasAs utopias em torno do Trabalho: Liberdade e Criação
Referente à quarta etapa da Escola de formação Básica Multiplicadora da Economia Popular Solidária, sobre grupos que ousaram imaginar um mundo diferente e trabalharam para que isso se tornasse realidade. É o caderno número 4 da série “História Social do Trabalho”. Autoras: Ana Inês Souza e Gisele Carneiro | Ano: 2004 >> Clique aqui para baixar

As utopias em torno do Trabalho: Liberdade e Criação
Esta é a segunda edição, publicada no ano de 2022, do caderno número 4 da série “História Social do Trabalho”. Autora: Gisele Carneiro | Ano: 2022. Se refere à 4ª etapa da Escola de formação Básica Multiplicadora da Economia Popular Solidária e aborda os grupos que, ao longo da  história humana recente, ousaram imaginar um mundo diferente e trabalharam para que isso se tornasse realidade.  >> Clique aqui para baixar

Captura de tela 2017-01-25 13.34.22Que mundo estamos construindo?
Referente à quinta etapa da Escola de formação Básica Multiplicadora da Economia Popular Solidária, mostra o que é a Economia Solidária, uma proposta em construção que teve início nos primórdios do capitalismo. É o caderno número 5 da série “História Social do Trabalho”. Autoras: Antonio Carlos Bez e Gisele Carneiro | Ano: 2004 >> Clique aqui para baixar

Outras cartilhas

Outro consumo é possível
Reflete questões relacionadas à sustentabilidade da vida, consumo saudável, ético e solidário e presenta experiências de economia solidária. >> Clique aqui para baixar

 

Sem títuloMulher: Quem és tu?
Cartilha de 2006, referente ao dia 8 de Março e à discussão de gênero.
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Sem títuloProdutora de Áudio Popular: Compartilhando Experiências
Esta cartilha traz uma sistematização do Curso de Capacitação de Agentes, dinâmicas de grupo usadas em cada etapa, atividades sugeridas, fotos e sugestões de livros, vídeos e sites.
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capaMultiplicando as sementes: Rede Paranaense de Padarias Comunitárias
Este livreto é resultado de um trabalho conjunto entre o Cefuria e as pessoas integrantes da Rede Paranaense de Padarias Comunitárias Fermento na Massa. O material apresenta de forma objetiva os objetivos e a forma de funcionamento da Rede, sendo voltado principalmente consumidores/as solidários, apoiadores/as, parceiros/as das padarias comunitárias.
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– Cartilha Justiça de Genero – Ciranda das Mulheres da Rede Mandala: celebração do corpo unido
Esta cartilha foi produzida especialmente como material de apoio para a festa de encerramento do ano de 2022 do Núcleo Maria Rosa da Anunciação que teve como atividade principal a ciranda das mulheres do campo e da cidade da Rede Mandala. Juntaram-se trabalhadoras dos diversos grupos que constituem o núcleo e de empreendimentos econômicos solidários da cidade para se integrar, dançar, comemorar o ano e discutir a participação das mulheres na construção da agroecologia e da economia solidária e a luta contra a violência de gênero.
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